Nota sobre o XXIII Campeonato Rondoniense de Xadrez



A Federação Rondoniense de Xadrez realizou nesse final de semana um dos mais disputados campeonatos de sua história. A participação maciça de jogadores de alto nível corroborou para a grandeza do evento. Esses jogadores foram selecionados nas etapas realizadas em praticamente todos os pólos regionais de Rondônia, com a presença de mais de 300 enxadristas. Ao final, restou a lista com 20 finalistas.
Depois de 5 rodadas e muitas partidas emocionantes, Rondônia tem um novo campeão, na verdade, um novo tetracampeão: Jefferson Rian Ferreira da Silva. Em segundo lugar, ficou Waltério Rocha. Em terceiro: Jânio Silva. A revelação do campeonato foi o jogador Paulo Lobo, de Guajará-Mirim, que ficou em quinto no lugar na sua primeira participação no Estadual.
Esta Federação agradece o Clube Xadrez Porto Velho e do Clube de Xadrez Tiradendes pelo apoio incessante ao Xadrez.
A Federação agradece ao Sr.  Jordelino Alves que cedeu as dependências do Hotel Rondon Palace para a realização de tão importante evento para o Xadrez de Rondônia. Também agradece ao Vereador José Wildes que sempre apoiou à Arte de Caíssa.
A Federação Rondoniense de Xadrez manifesta novamente o seu descontentamento com a Secretaria Estadual de Cultura, Lazer e Esporte que de modo contumaz manifestou o seu desapreço ao Xadrez de Rondônia. Primeiro em não patrocinar o evento, mesmo com a aprovação do Governador de Rondônia. Segundo por, mesmo com prévio convite, não ter comparecido para prestigiar o evento. Por fim: esta Federação, por sua grandeza, jamais vai se amesquinhar diante da postura da SECEL em relação ao Xadrez.
A Federação Rondoniense tem enfrentado moinhos de vento, gigantes e atitudes de todo jaez contra o Paço dos Reis. Apesar desse cenário, esta Casa do Xadrez não perdeu o passo e o compasso. O seu propósito de difundir o Xadrez em Rondônia se mantém incólume. A não valoração do Xadrez não demoverá esta Federação da sua jornada.
Não  basta alcançar à oitava horizontal, é preciso segurança e solidez, pois, com essa postura, as conquistas serão perenes.
O algoritmo do sucesso do Xadrez em Rondônia já está semeado.
XXIII Campeonato Rondoniense de Xadrez
1º Jefferson Rian
2º Waltério Rocha
3º Jânio Silva
4ª Vinicius Gama
5º Paulo Lobo
6º Jessé Neto
7º Otto Triede
8º Júlio César
9º Gualter Amélio
10º Paulo Soares
11º Jaderson Ferreira
12º Vinicius Rian
13º Roniel Brito
14º Nilson Moura
15º Carlos Duran
16º Ramiro Sobrinho
17º Alex Coelho
18º Ildefonso Neto
19º Derivaldo Derivaldo
20º Renato Lazzaroti

Federação Rondoniense de Xadrez

Campeonato Rondoniense de Xadrez Movimenta a Ginástica da Mente


Teve início na noite de ontem, no Hotel Rondon, a abertura oficial do Campeonato Rondoniense de 2011. 20 enxadistas disputam a fase final, num universo de mais de 300 que disputaram vagas nas seletivas feitas no interior de Rondônia.

  Segundo a diretoria, o evento ocorre devido um brande esforço por parte dos enxadristas participantes e poucos colaboradores no sentido de pratocinar tão brilhante competição. Afirmam, que ano passado, montaram um projeto que foi aprovado e liberado pelo governador, Confúcio Moura, para realização do evento, tiveram a frustação por parte de mal gerenciamento da Secel e suspenderam para 2012. Na verdade o Campeonato não conta com nenhum apoio oficial de algum setor da cultura, esportes e educação, uma vez que o jogo de xadrez, envolve esses setores.


                                                                         Disputa Acirrada
     Com a presença de alguns dos maiores representantes do xadrez rondoniense, bem como de enxadristas experientes, acadêmicos, estudantes e novas promessas do xadrez atual, como é o caso do enxadrista, Vinicius Ryan, 12, anos, que já disputou torneios de sua categoria, sagrando-se campeão em Manaus de uma prova internacional.

  Derrota inesperada do tri- campeão rondoniense de xadrez, Jefferson Ryan, para seu oponente que aproveitou muito muito os erros. Janio Silva, Jessé Auzier Neto, Waltério Rocha, confirmaram suas posições de jogadores de linha de frente e obteram  sua vitórias na rodada inicial. A partida de Janio Silva contra Gualter Amélio, foi marcada de muita tensão, consumindo quase as 4horas permitida pelo regulamento. No final prevaleceu o conhecimento posicional do talentoso enxadrista, Janio Silva, 46. 
    XXIII Campeonato Rondoniense de Xadrez

Results  (round 2) - XXIII Campeonato Rondoniense de Xadrez

  No    Name       Result   Name

  1    César, J (7)       :       Neto, J (2)

  2    Silva, J (3)       :       Soares, P (8)

  3    Triede, O (9)       :       Coelho, A (4)

  4    Gama, V (5)       :       Ferreira, J (10)

  5    Lobo, P (11)       :       Rocha, W (6)

  6    Rian, J (1)       :       Lazzarotti, R (16)

  7    Duran, C (12)       :       Moura, N (17)

  8    Neto, I (18)       :       Amélio, G (13)

  9    Brito, R (14)       :       Ramiro, S (19)

  10    Rodrigues, V (20)       :       Derivaldo, D (15)

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Arbitro geral: Nilson Moura


BREVE HISTÓRIA
A ORIGEM DO XADREZ

A maioria dos historiadores é de opinião que o xadrez nasceu na Índia, no século VI. O jogo chamava-se Chaturanga, originando de “quatro” (chatur) e “membros” (anga).       Esse nome refere-se às quatro unidades do exército hindu: “os elefantes” a “cavalaria”, “os carros” e a “infantaria”, equivalentes, respectivamente, aos bispos, aos cavalos às torres e aos peões do xadrez atual.

A LENDA DO INVENTOR SÁBIO
            Segundo a lenda, o inventor do jogo de xadrez foi um sábio brâmane, que o criou visando dar uma lição de humildade do rei que tirava seu povo.
            O monarca, feliz e satisfeito com a engenhosidade do sábio, prometeu que lhe daria o que pedisse. Este, simplesmente, lhe pediu a quantidade de trigo que resultasse em por grão na primeira casa do tabuleiro de xadrez, dois na segunda, quadro na terceira, oito na quarta e assim sucessivamente.
            O soberano, pensando que isso implicaria uns poucos quilos de trigo, aceitou. Mas, feitos os cálculos, o resultado o surpreendeu: não havia trigo suficiente em toda a Índia para recompensá-lo. Necessitaria da impressionante cifra de 18.446.744.073.709.551.615 grãos.
            Para produzir essa quantidade de trigo, seria necessário semear 77 vezes todos os continentes da Terra.


A EVOLUÇÃO DO JOGO DE XADREZ         
            Da Índia, o xadrez passou para a Pérsia, atual Irã, e daí para o mundo árabe, que o enriqueceu com novas regras.
            Foram os árabes que levaram o xadrez para a Europa através da Espanha, onde foi recopilado o primeiro livro europeu de xadrez, por ordem de Afonso X, “o sábio”.
            O jogador mais afamado, até 1560, foi Ruy López de Segura, criador da mundialmente conhecida Abertura Espanhola.*
            Em 1620 foi editado, na Itália, o Livro que ensina a jogar xadrez, no qual foram unificadas as regras gerais e em que se procederam algumas alterações visando à modernização do antigo regulamento. O roque e o en passant surgiram nessa ocasião.
                No século XVIII são os enxadristas franceses que se destacam especialmente o conhecido como Philidor